as canções de f.


Quando encontrei Rodolfo
Julho 27, 2008, 8:16 pm
Arquivado em: Das presenças, Prosas

Na plataforma da Estação Santa Cecília do Metrô, para irmos à exposição Machado de Assis: mas esse capítulo não é sério, no Museu da Língua Portuguesa, o relógio marcava 15h. Ambos pontuais.

Mesmo estando os dois muito cansados – eu cheguei em casa às 3h30 depois de ir a uma festa com Mme. Nicolielo e ele também teve suas horas de night fever – o dia passou tão rápido que mal notamos que, às 18h, estávamos os dois sentados no América da Avenida Paulista para jantarmos.

Muito tagarelas, rimos de muitas das coisas vistas minutos antes. Porque, afinal, entre a gozação e a seriedade intelectual, chegamos à conclusão que algumas das alas da exposição são simplesmente enchimento de lingüiças.

Sorte de Guimarães Rosa e Clarice Lispector cujas exposições foram bem mais encorpadas e melhor curadas.

Mas valeu a pena. Entre dezenas de coisas, elegemos os manuscritos originais de capítulos do romance Esaú e Jacó e um pedaço da ata de criação da Academia Brasileira de Letras como pontos altos.

E foi essa a única incursão que fizemos ao passado.

Falamos também dos planos para os próximos anos. Porque combinamos um projeto juntos e, para realizá-lo, temos que aprimorar as virtudes.

Compartilhamos planejamentos cujos processos, claro, são de consolidação lenta e gradual.

Até lá, nos contentamos em compartilhar doses de cultura: a próxima imersão, obviamente, já está marcada.

Música.


1 Comentário até o momento
Deixe um comentário

e enfim, um domingo de singelices e levezas. o riso é transformador. adorei ler-te. adoro-te. beijos, muitos. até 4a feira.

Comentário por Vanessa Guedes




Deixe um comentário
Linhas e parágrafos quebram automaticamente, endereços de email não serão mostrados, HTML permitido: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <pre> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>